1º Fórum Energia: «O setor da energia está a viver uma revolução»

No painel dedicado à Sustentabilidade e Democratização da Energia, Maria Cristina Portugal, presidente da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) afirmou que foram tomadas “várias iniciativas para responder às alterações significativas ocorridas nas últimas décadas no setor da energia”.

 

De acordo com Maria Cristina Portugal os atuais desafios no setor da energia são muitos e o órgão regulador “não será um obstáculo, mas sim um garante de estabilidade”, garantiu.

 

À questão de saber se o setor energético está preparado para a concretização da transição energética, vários representantes de associações, como a APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis e a Associação Portuguesa dos Industriais Grandes Consumidores de Energia Eléctrica (APIGCEE) e também de empresas como a EDP, a REN, a ENDESA e a GALP, admitiram no decorrer do 1º Fórum Energia, que “o setor da energia está a viver uma revolução”.

 

António Castro, diretor geral da Direção de Sustentabilidade da EDP, reafirmou que “a descarbonização é uma necessidade urgente e gritante”. E anteviu que “os consumidores vão ter um papel importante na descentralização do setor energético”.

 

Por seu lado, Pedro Almeida Fernandes, diretor Executivo da ENDESA, corroborou da ideia que a “descarbonização é um imperativo”. E informou que a ENDESA tem previsto o encerramento de centrais de carvão e investimentos em energias renováveis em Portugal e Espanha.

 

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