<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1" ?><rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>Ambiente Online</title><link>http://ambienteonline.pt</link><language>pt</language><item><title>IGAOT não vai «correr atrás» das empresas sem garantia financeira</title><link>http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8944</link><description><![CDATA[<div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.1  (Win32)"><style type="text/css">
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</div><div startcont="this" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">«Não tenho como objectivo fazer
inspecção para ver se determinada empresa tem ou não  assegurada
uma garantia financeira», assegurou ontem o inspector-geral do
Ambiente e Ordenamento do Território, António Sequeira Ribeiro.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Recorde-se que, desde 1 de Janeiro de
2010, é obrigatória a existência de uma garantia financeira, no
âmbito da aplicação do Decreto-Lei nº 147/2008, que aprovou, com
base no princípio do poluidor-pagador, o regime relativo à
responsabilidade ambiental aplicável à prevenção e reparação
dos danos ambientais.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">António Sequeira Ribeiro falava no
âmbito do curso “A Responsabilidade ambiental de municípios e
unidades industriais», organizado pela Fundec – Associação para
a Formação e o Desenvolvimento em Engenharia Civil e Arquitectura e
pelo Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura do Instituto
Superior Técnico (IST), que decorreu nos dias 8 e 9 de Março.A
coordenação do curso esteve a cargo de João de Quinhones Levy e
Sofia Sá, do IST.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">«Não vamos andar a correr atrás
deste tipo de processos. Não é intenção da IGAOT direccionar a
prioridade da sua actuação, para 2010, para esta matéria»,
frisou.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">De qualquer forma, o inspector-geral do
Ambiente e Orgenamento do Território alerta para o facto de poder
ocorrer alguma participação da parte de outras entidades. «Mas,
nesses casos, não significa que o resultado final seja a
condenação», concluiu.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">As garantias financeiras obrigatórias
podem constituir-se através de apólices de seguro, garantias
bancárias, participação em fundos ambientais e fundos próprios
reservados para o efeito. Operações de gestão de resíduos,
descargas para águas interiores de superfície, descargas de
substâncias para as águas subterrâneas, captação e represamento
de água e processamento de substâncias perigosos são algumas das
actividades abrangidas pelo diploma.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><br>
</div>
]]></description><dc:subject>IGAOT não vai «correr atrás» das empresas sem garantia financeira</dc:subject><dc:creator>Tânia Nascimento</dc:creator><dc:date>2010-03-10</dc:date></item><item><title>Relacre alerta para problemas da nova legislação europeia sobre acreditação</title><link>http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8943</link><description><![CDATA[<div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.1  (Win32)"><style type="text/css">
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</div><div startcont="this" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">O workshop da Relacre, sob o nome
“Laboratórios e a acreditação no espaço europeu: Impacto do
novo quadro regulamentar da UE”, juntou ontem o sector em torno do
Regulamento Comunitário Nº 765/2008, em vigor desde Janeiro deste
ano. O diploma traz uma força legislativa à acreditação e impede
a concorrência de entidades acreditadoras dentro do mesmo país.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Na intervenção que fez, o presidente
da Relacre, José Santos Duarte, alertou para alguns problemas que
podem surgir com a nova abordagem europeia, relativamente à
segurança do consumidor. «Os requisitos passam a ser mais
genéricos, com um aumento das auto-declarações e uma consequente
diminuição da inspecção», explica, denunciado a pressão da
indústria para que haja um facilitismo na entrada de bens em espaço
europeu.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">A questão da entidade acreditadora
única por país – uma das obrigações que resulta do novo diploma
-, não trouxe alterações ao panorama actual português. O IPAC,
organismo português que detém esse estatuto, já funcionava
previamente como entidade única e a questão da concorrência nunca
se colocou. No entanto, quem vem de fora pode ter outras
perspectivas. É o caso de José Luis Sánchez Álvarez,
representante da FELAB, a homóloga espanhola da Relacre, que acusa a
não-competição nacional de entidades acreditadoras de trazer
problemas ao nível do custo das tarifas, tempo de entrega e
problemas de apoio técnico.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt; font-weight: bold;">A acreditação flexível</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">Outro tópico em debate pelo sector foi
a questão da acreditação flexível. Dentro no novo quadro
legislativo, a acreditação flexível não é obrigatória, mas é
encorajada. Esta forma de acreditação permite ao laboratório ser
acreditado em termos de competências e técnicas, em vez da
tradicional acreditação para cada ensaio específico. Desta forma,
os organismos podem mudar o âmbito específico analisado, sem o
reportar, com antecedência, à entidade acreditadora.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">A modalidade não tem, no entanto, uma
grande expressão entre os laboratórios portugueses. A falta de
informação foi vista como principal causa para a falta de adesão
dos organismos de avaliação da conformidade. «A acreditação
flexível é uma oportunidade para agarrar, mesmo sendo mais caro e
mais trabalhoso. Além da oportunidade, significa também uma maior
responsabilidade para os laboratórios», concluiu Santos Duarte.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><br>
</div>
]]></description><dc:subject>Relacre alerta para problemas da nova legislação europeia sobre acreditação</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-03-10</dc:date></item><item><title>Ecopilhas estende recolha às pilhas e baterias industriais</title><link>http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8941</link><description><![CDATA[<div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.1  (Win32)"><style type="text/css">
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</div><div startcont="this" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;">
<span style="font-size: 8pt;">A
Ecopilhas estendeu a sua licença às pilhas e baterias industriais,
seis anos depois de ter iniciado a gestão de um sistema de recolha
de pilhas e baterias portáteis. Desde 2004 que a empresa
disponibiliza uma rede de recolha em todo o país, que conta com mais
de 16 000 pilhões distribuídos por  comércio, escolas, hospitais,
hotéis, empresas, ecopontos, entre outros.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-top: 0.21cm; margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;">
<span style="font-size: 8pt;">Segundo
Eurico Cordeiro, director-geral da Ecopilhas, a empresa, enquanto
entidade gestora especializada em pilhas e baterias, «tem actuado
segundo critérios transparentes e claros de forma a atingir os
objectivos propostos: gerir o fluxo de pilhas e baterias portáteis
garantindo a sua recolha e respectivo encaminhamento para reciclagem.
Os mesmos princípios farão igualmente parte da nova área de
actuação da Ecopilhas, isto é, na gestão e recolha de pilhas e
baterias Industriais», assegura o responsável.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-top: 0.21cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;">
<span style="font-size: 8pt;">A
Ecopilhas sublinha o seu contributo para «o aumento da participação
dos portugueses na recolha e tratamento das pilhas e baterias,
através de constantes campanhas de comunicação na rádio,
televisão e imprensa», tendo já distribuído mais de um milhão de
mini-pilhões.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-top: 0.21cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify; font-family: Verdana;">
<span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div>
]]></description><dc:subject>Ecopilhas estende recolha às pilhas e baterias industriais</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-03-10</dc:date></item><item><title>Central solar da Caixa Geral de Depósitos marca relatório de sustentabilidade da empresa</title><link>http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8938</link><description><![CDATA[<div align="justify"><span style="font-size: 8pt;">Os esforços de minimização do impacte ambiental directo da actividade da Caixa Geral de Depósitos (CGD), em 2008, foram sublinhados com a entrada em funcionamento da central solar térmica, instalada no Edifício-Sede da instituição. Este é um dos pontos em destaque no relatório de sustentabilidade da CGD, publicado este mês, que explica também a importância que o Programa Caixa Carbono Zero 2010 teve na estratégia ambiental da empresa.<br>&nbsp;<br>Os 158 colectores instalados no edifício, que permitem poupar mais de 1 GWh de electricidade por ano, juntaram-se assim a medidas concretas de racionalização de energia e de utilização de fontes renováveis, ao abrigo do Caixa Carbono Zero 2010, de forma a reduzir o consumo, custos operacionais e minimizar impactes directos no ambiente. Ao todo, cerca de 36 por cento da electricidade consumida pela CGD, em 2008, foi produzida a partir de fontes de energia renovável.<br>&nbsp;<br>A nível de consumo de resíduos, foram produzidas 968 toneladas de papel, cartão e plásticos, refere o relatório. A título de curiosidade, a instituição usou 9,4 toneladas de plástico para a emissão de novos cartões de débito e de crédito. Por cada cartão emitido, no entanto, foram reciclados 1,22 cartões.<br>&nbsp;<br>O relatório menciona ainda que 2008 foi o ano em que a CGD se tornou membro signatário do Carbon Disclosure Project.</span></div>]]></description><dc:subject>Central solar da Caixa Geral de Depósitos marca relatório de sustentabilidade da empresa</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-03-10</dc:date></item><item><title>Acreditação on-line de laboratórios avança este ano</title><link>http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8942</link><description><![CDATA[<div style="text-align: justify; font-family: Verdana;"><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.1  (Win32)"><style type="text/css">
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</div><div startcont="this" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">O processo para pedido de acreditação
de organismos de avaliação da conformidade ao Instituto Português
de Acreditação (IPAC) vai passar a ser <span style="font-style: italic;">on-line</span> ainda este
ano. 
</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">A medida, avançada pelo director do
IPAC, Leopoldo Cortez, foi divulgada hoje, durante um workshop
promovido pela Relacre – Associação de Laboratórios Acreditados
de Portugal, subordinado ao tema “Laboratórios e a acreditação
no espaço europeu: Impacto do novo quadro regulamentar da UE”.</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;"><br></span>
</div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-family: Verdana;"><span style="font-size: 8pt;">A informatização <span style="font-style: italic;">on-line</span>
abrange um sistema de candidaturas e o próprio comprovativo, caso o
pedido seja aceite. Além disso, Leopoldo Cortez afirmou que consta
nos planos do IPAC o lançamento de uma interface processual <span style="font-style: italic;">on-line</span>
electrónica, «de forma a agilizar a gestão dos processos e
permitir consultas on-line ao estado da candidatura».</span></div><div style="text-align: justify; font-family: Verdana;">
</div><div style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"><br>
</div>
]]></description><dc:subject>Acreditação on-line de laboratórios avança este ano</dc:subject><dc:creator>Marisa Figueiredo</dc:creator><dc:date>2010-03-09</dc:date></item><item><title>Lusofonia: Angola tem 15 projectos para o mercado de carbono</title><link>http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8940</link><description><![CDATA[<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">O Ministério do Ambiente angolano está a preparar 15 projectos de várias dimensões <SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt; mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MLD), para colocar no mercado de carbono. A novidade foi avançada pela ministra Fátima Jardim, na abertura da primeira reunião da Autoridade Nacional Designada, uma agência governamental que autoriza o desenvolvimento de projectos de MDL.</SPAN></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><BR><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">«Queremos referir que dessa forma Angola reforçará a capacidade de maximizar as vantagens do mecanismo de flexibilidade criados pelo Protocolo de Quioto, no âmbito da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas», adiantou a titular da pasta. Para Fátima Jardim, o mercado de carbono está cada vez mais competitivo a nível mundial.</SPAN></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><BR><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">O mercado de comercialização de carbono movimenta este ano 30 milhões de dólares norte-americanos, montante aberto à participação de países em desenvolvimento, principalmente pelo facto de emitirem poucas quantidades de gases com efeitos de estufa para a atmosfera.</SPAN></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><BR><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">Estes projectos estão relacionados com a melhoria da qualidade de água, distribuição de energia eléctrica, agricultura, minas e produção mineira, transportes, construção e industriais. Angola procura oportunidades através de actividades de coordenação, para que a Autoridade Nacional Designada possa ter capacidade em termos de recursos humanos e logísticos disponíveis, para que atinja resultados produtivos. <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></DIV>]]></description><dc:subject>Lusofonia: Angola tem 15 projectos para o mercado de carbono</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-03-09</dc:date></item><item><title>Espanha: 10% da energia consumida pelo BBVA vai ser renovável</title><link>http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8939</link><description><![CDATA[<DIV align=justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">O BBVA acordou com a Endesa e a Iberdrola que 10 por cento&nbsp;da energia que o banco consome nos seus edifícios em Espanha tenha origem renovável, revelou esta terça-feira a entidade. Os acordos com as eléctricas vão permitir uma diminuição de 6 100 toneladas de emissões de CO2 durante este ano e supõem cerca de 10 por cento da energia que o banco consome no país.<BR><BR>O acordo alcançado com a Endesa&nbsp;determina a contratação de energia renovável para a sede corporativa do banco no Paseo de la Castellana, em Madrid, assim como os edifícios que&nbsp; albergam as cinco direcções territoriais. Com a Iberdrola, o acordo prevê a contratação&nbsp;e energia renovável para todos os edifícios do BBVA no País Basco, incluindo a sede social, na Plaza de San Nicolás, e os escritórios que fazem parte da rede na comunidade.<BR><BR>O banco lançou em Outubro de 2008 um Plano Global de Ecoeficiência para minimizar os impactes ambientais directos do BBVA. O objectivo principal é reduzir em 20 por cento as emissões de CO2 por empregado em 2012. </SPAN></DIV>]]></description><dc:subject>Espanha: 10% da energia consumida pelo BBVA vai ser renovável</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-03-09</dc:date></item><item><title>Profico Ambiente procura crescer no mercado dos estudos de ambiente</title><link>http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8937</link><description><![CDATA[<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; BACKGROUND: white; FONT-SIZE: 8pt">À frente da Profico Ambiente desde que esta foi criada, em 2000, Ana Teresa Chinita tem visto crescer a sua consultora</SPAN>, que se tem afirmado no mercado nacional de estudos e projectos nos domínios do ambiente e do ordenamento do território. </SPAN></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">&nbsp;</SPAN></o:p></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">Em <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:metricconverter w:st="on" ProductID="2009, a">2009, a</st1:metricconverter> Profico Ambiente facturou 650 mil euros. Este ano «contamos crescer, mas há projectos que se arrastam e que por vezes não entram para a facturação de determinado ano», conta a<SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt; mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>directora técnica e comercial da Profico Ambiente.</SPAN></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><o:p><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">&nbsp;</SPAN></o:p></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">O que pesa mais nas contas da empresa é a área de avaliação de impactes. A Profico Ambiente realiza, por exemplo, todos os estudos ambientais de suporte às diferentes fases do processo de avaliação de impacte ambiental (AIA). </SPAN><A name=dnn_ctr404_HtmlModule_HtmlHolder></A><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">Os serviços nesta área específica englobam as várias componentes, desde a elaboração do estudo de impacte ambiental até ao desenvolvimento do Relatório de Conformidade Ambiental do Projecto de Execução com a Declaração de Impacte Ambiental, vulgarmente designado por <STRONG><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt; FONT-WEIGHT: normal">RECAPE (Relatório de Conformidade Ambiental do Projecto de Execução)</SPAN></STRONG>.</SPAN></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><o:p><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">&nbsp;</SPAN></o:p></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">Entre os seus principais clientes estão empresas como a Galp, a Refer e a ANA ou a EDP. Para esta última empresa, por exemplo, a Profico Ambiente está a desenvolver o RECAPE do aproveitamento de Foz Tua.</SPAN></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><o:p><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">&nbsp;</SPAN></o:p></DIV>
<DIV style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">A empresa esteve também ligada ao estudo do reforço de potência da central hidroeléctrica de Salamonde. «Temos outros projectos mais pequenos<SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt; mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>ao nível do licenciamento ambiental», diz Ana Teresa Chinita. Em todos eles o mais importante «é garantir a qualidade», frisa a responsável, que salienta que a Profico Ambiente ainda tem «uma componente de trabalho “artesanal”, funcionando ainda como um atelier».</SPAN></DIV>
<DIV style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><o:p><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">&nbsp;</SPAN></o:p></DIV>
<DIV style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">A responsável é ainda uma das poucas mulheres que estão à frente das empresas do mercado do ambiente, no entanto, garante que nunca se sentiu discriminada por isso. «Esta área dos estudos até está mais ligada a algumas características femininas, como a paciência e a dedicação», refere.</SPAN></DIV>
<DIV style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><o:p><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">&nbsp;</SPAN></o:p></DIV>
<DIV style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal align=justify><A name=dnn_ctr399_HtmlModule_HtmlHolder>
<DIV><SPAN style="FONT-SIZE: 8pt"></SPAN>&nbsp;</DIV></A><SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 8pt">Além de Ana Teresa Chinita, na génese da Profico Ambiente, que foi constituída em Novembro de 2000, está a empresa Profico – Projectos, Fiscalização e Consultadoria, com muitos anos de actividade na área de fornecimento de estudos de engenharia civil.</SPAN></DIV>]]></description><dc:subject>Profico Ambiente procura crescer no mercado dos estudos de ambiente</dc:subject><dc:creator>Tânia Nascimento</dc:creator><dc:date>2010-03-09</dc:date></item><item><title>Brisa investiu 18,5 milhões de euros no sector do Ambiente em 2009</title><link>http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8936</link><description><![CDATA[<DIV align=justify><SPAN style="FONT-SIZE: 8pt">A Brisa investiu 18,5 milhões de euros no ano de 2009 no sector do ambiente, sendo que apenas 5,6 milhões serviram para prevenção e gestão ambiental.&nbsp;Os restantes 12,9 milhões foram gastos com tratamento de resíduos, tratamento de emissões e de remediação. Ainda assim, os valores são mais elevados do que os registados em 2008, ano em que a empresa investiu 2,3 milhões na prevenção e gestão ambiental, num investimento total de 15,5 milhões de euros.<BR><BR>No seu relatório de sustentabilidade de 2009, a empresa refere ainda que a comissão executiva fixou cinco objectivos ambientais quantitativos para o triénio 2010-2012: a redução de 10 por cento&nbsp;no consumo de electricidade, menos 3 por cento&nbsp;no consumo de água e de combustível, uma quebra de 5 por cento&nbsp;na geração de resíduos e a diminuição de 6 por cento&nbsp;nas emissões de gases com efeito de estufa. Este ano estão a ser estudadas novas iniciativas ao nível da gestão da frota, nomeadamente no que se refere à implementação/aquisição de viaturas 100 por cento eléctricas e ao início de cursos de eco-condução.<BR><BR>A empresa tem ainda em curso alguns projectos em parceria com várias entidades: a conservação da biodiversidade no parque do Tejo internacional, em parceria com a Quercus; com a Companhia das Lezírias leva a cabo o projecto EVOA (Espaço de Visitação e Observação de Aves) e a biodiversidade em montado; e com a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) promove um projecto de monitorização da fauna. </SPAN></DIV>]]></description><dc:subject>Brisa investiu 18,5 milhões de euros no sector do Ambiente em 2009</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-03-08</dc:date></item><item><title>Gás Natural negoceia crédito de 4 mil milhões para financiar dívida</title><link>http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=8935</link><description><![CDATA[<P align=justify>A empresa espanhol Gás Natural está a negociar com vários bancos um crédito de 4000 milhões de euros para financiar a dívida assumida após a aquisição da Unión Fenosa, adiantaram fontes à Europa Press. O empréstimo será feito em duas tranches: uma de 1000 milhões a três anos e outro de 3000 milhões a cinco anos, empréstimo que está actualmente em fase inicial de negociação.<BR><BR>A empresa já realizou uma operação de aumento de capital por 3000 milhões e emissões nos mercados internacionais para financiar a compra da Unión Fenosa, operação que rendeu&nbsp; quase 17 000 milhões de euros. A empresa insistiu entretanto que a operação de aquisição da Unión Fenosa não está exposta a riscos financeiros, já que o crédito associado tem garantias.<BR><BR>Depois do anúncio da compra, a Gás Natural subscreveu um empréstimo de 18 500 milhões em uma dezena de bancos, entre os quais Barclays, BNP, Caja Madrid, Citigroup, ING, La Caixa, RBS, Santander, Société Générale e UBS.<BR><BR>Em linha com as suas previsões, a empresa encerrou o exercício de 2009 com uma dívida de 20 916 milhões, depois do seu passivo ter chegado a alcançar 26 000 milhões. A venda de&nbsp;activos e o aumento de capital permitiram baixar o montante da dívida. </P>]]></description><dc:subject>Gás Natural negoceia crédito de 4 mil milhões para financiar dívida</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-03-08</dc:date></item></channel></rss>