<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1" ?><rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>Ambiente Online</title><link>http://ambienteonline.pt</link><language>pt</language><item><title>Luís Rochartre: «Em 2030 todos os edifícios serão auto-suficientes em termos de energia»</title><link>http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=9495</link><description><![CDATA[<P><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Há três anos atrás o WBCSD – Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável lançou um relatório sobre a eficiência energética de edifícios, em termos globais. Actualmente, o secretário-geral do BCSD Portugal considera que em Portugal têm vindo a ser desenvolvidas várias iniciativas nesta área, que fazem «encarar o futuro com maior optimismo».</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; FONT-WEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">O estudo incidiu sobre seis players geopolíticos que são, em conjunto, responsáveis por dois terços da procura de energia a nível mundial: Brasil, Europa, Índia, Japão e Estados Unidos. Entre países desenvolvidos e em desenvolvimento, o estudo Eficiência Energética em Edifícios indica que os três elementos-chave para atingir a energia zero no edificado são a utilização de menos energia, a produção local de energia e a partilha de energia excedente. </SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><BR><STRONG><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Tendo por base o projecto do WBCSD "Eficiência Energética em Edifícios" (EEE), publicado em 2007, quais foram as principais tendências de eficiência energética em edifícios identificadas?</SPAN></STRONG></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">A visão do projecto é que em 2030 todos os edifícios serão auto-suficientes em termos de energia. A partir deste objectivo foi-se avaliar o quão longe estamos desta visão. Esta avaliação trouxe-nos um resultado surpreendente que foi a constatação que não estamos tão longe quanto imaginávamos, de poder concretizar esta realidade, isto porque possuímos a técnica e as tecnologias para o alcançar. Mas se possuímos os recursos técnicos para este objectivo não o atingimos já porque existe um conjunto de incentivos negativos no funcionamento do sistema que faz com que não se convirja para a eficiência. </SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><B><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Como caracterizaria o cenário em Portugal? </SPAN></B></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Em Portugal não estamos longe do que foi encontrado um pouco por todo o mundo, o sistema associado à construção e utilização de edifícios funciona com base num conjunto de incentivos que não estimulam a eficiência energética. Contudo têm vindo a ser desenvolvidas algumas iniciativas, sejam elas obrigatórias ou voluntárias, que tendem a que possamos encarar o futuro com maior optimismo.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><B><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Que oportunidades potenciais existem para as empresas privadas na eficiência energética de edifícios públicos? Este já é um mercado de alguma dimensão em Portugal? </SPAN></B></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">O mercado tem vindo a crescer, sobretudo em consequência da certificação obrigatória dos novos edifícios ou das transacções imobiliárias. Mas creio que as vantagens estão muito para além do cumprimento legal, há todo um grande conjunto de oportunidades de aumento da eficiência energética que, para além dos ganhos ambientais directos, potenciam também ganhos económicos relevantes, sejam eles na diminuição dos custos com a energia, mas também com a diminuição da dependência externa quanto à fonte da energia.<BR></SPAN></P>]]></description><dc:subject>Luís Rochartre: «Em 2030 todos os edifícios serão auto-suficientes em termos de energia»</dc:subject><dc:creator>Marisa Figueiredo</dc:creator><dc:date>2010-07-30</dc:date></item><item><title>Alentejo vai ter duas novas unidades de TMB</title><link>http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=9494</link><description><![CDATA[<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">O Programa Operacional Temático de Valorização do Território (POVT) aprovou o financiamento de duas unidades de tratamento mecânico e biológico (TMB) de residuos sólidos urbanos em Évora e em Beja. A candidatura, apresentada pela Resialentejo, pela GESAMB e pela AMCAL, representa um investimento de mais de 24 milhões de euros, com o financiamento comunitário a assegurar um apoio de 11 milhões.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">«Este é um marco de grande importância, já que a unidade de Beja vai possibilitar o cumprimento das metas do PERSU II [Plano Estratégico de Resíduos Sólidos Urbanos]», explicou António João Colaço, administrador da Resialentejo, ao <EM>AmbienteOnline.</EM> O responsável apelidou o projecto como um «investimento gigante», à luz do plano de investimentos da Resialentejo.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">A unidade TMB de Beja vai ser instalada no Parque Ambiental da Associação de Municípios Alentejanos para a Gestão do Ambiente (AMALGA), entidade que criou a Resialentejo. Com a entrada em funcionamento prevista para 2013, António João Colaço prevê que a componente de construção civil possa avançar já no próximo ano. O projecto terá uma capacidade de tratamento de 140 mil toneladas de RSU por ano.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Entretanto, foi também adjudicada para o Parque da AMALGA a empreitada de concepção, construção e exploração de um sistema de águas residuais, no valor de 1,3 milhões de euros, à empresa Agrocinco. Aproveitando uma estação de tratamento de águas residuais já existente, o novo contrato visa implementar o tratamento por osmose inversa às águas residuais da região.</SPAN></P>]]></description><dc:subject>Alentejo vai ter duas novas unidades de TMB</dc:subject><dc:creator>Marisa Figueiredo</dc:creator><dc:date>2010-07-30</dc:date></item><item><title>Andanças: pequenas soluções que o Ambiente agradece</title><link>http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=9493</link><description><![CDATA[<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">São 65 grupos, 60 oficinas de dança, 12 oficinas de instrumentos, entre outras actividades que vão assentar arraiais na aldeia de Carvalhais, em São Pedro do Sul. A edição 2010 do festival Andanças começa na segunda-feira e espera cerca de 25 mil participantes nos sete dias que dura o evento.O tema escolhido este ano anda a volta da Comunidade, havendo vários debates e projecções de filmes preparados pela organização.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">As novidades para este ano passam pela presença de grupos africanos e da América do Sul. Outro conceito que estreia em Carvalhais é o Flocking, uma espécie de baile interactivo no qual a música e as pessoas se influenciam mutuamente, resultando numa experiência sempre diferente.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Uma vez mais, a organização apostou em práticas sustentáveis, para que o Andanças deixe a menor pegada ecológia possível. Miguel Costa, da Associação PédeXumbo, adiantou ao AmbienteOnline que estão disponíveis diariamente autocarros que partem de Lisboa e Porto e que fazem a ligação directa ao festival. </SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">«Continuamos a ter o princípio do Zero Descartável, o que significa que não há copos, talheres ou pratos de plástico na cantina do Andanças; temos também o conceito do Quilómetro Zero, onde conseguimos reduzir a pegada carbónica comprando ingredientes e produtos locais; reduzimos a água ao mínimo, aproveitando as águas do duche para as descargas dos autoclismos. Trata-se de mostrar que é simples, com pequenas soluções, fazer grande diferença», defende o responsável.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">A redução do desperdício também é uma aposta da organização: «Zero desperdício vai servir, este ano, para regularmos a quantidade de comida que é servida em cada prato já que, no ano passado, verificámos que as pessoas deixavam, em média, 100 gramas de comida no prato. Apesar de o lixo orgânico seguir para compostagem, queremos produzir o mínimo possível», assegura Miguel Costa.</SPAN></P>]]></description><dc:subject>Andanças: pequenas soluções que o Ambiente agradece</dc:subject><dc:creator>Diana Catarino</dc:creator><dc:date>2010-07-30</dc:date></item><item><title>Galp vende mais 30% ao mercado liberalizado</title><link>http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=9492</link><description><![CDATA[<SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">A Galp registou um aumento de 4 por cento nas vendas totais de gás natural, no primeiro semestre do ano. Um aumento que se torna bem mais significativo quando falamos do mercado liberalizado, em que a subida foi de 29,5 por cento, em comparação com o período homólogo.Segundo a empresa, nos primeiros seis meses do ano essas vendas representaram 72 por cento dos volumes.</SPAN>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">O segmento indutrial registou um aumento de 7 por cento face ao período homólogo, com uma contribuição muito significativa dos 165 milhões de metros cúbicos de gás natural consumidos pela central de cogeração de Sines, que entrou em operação no quarto trimestre de 2009.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">A venda de produtos petrolíferos aumentou 3 por cento, para as 8,4 milhões de toneladas, através do contributo positivo das exportações, que atingiram 1,5 milhões de toneladas. Já as vendas a clientes directos diminuíram 7 por cento para os 5,2 milhões de toneladas, em resultado da queda do mercado de produtos petrolíferos na península ibérica.</SPAN></P>]]></description><dc:subject>Galp vende mais 30% ao mercado liberalizado</dc:subject><dc:creator>Diana Catarino</dc:creator><dc:date>2010-07-30</dc:date></item><item><title>Revista de Imprensa</title><link>http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=9491</link><description><![CDATA[<SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">O <EM>Público</EM> noticia que a investigação do caso Freeport perdeu o rasto a muitos milhões de euros. Segundo o jornal, o despacho final deixa dúvidas sobre as várias transferências de dinheiro. Já o <EM>Diário Económico </EM>adianta que a Procuradoria Geral da República vai abrir um inquérito ao despacho, para «o integral esclarecimento de todas as questões».</SPAN> 
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Ainda no <EM>Público</EM>, destaque para as Nações Unidas, que&nbsp;aprovaram uma resolução que considera o acesso à água potável e saneamento um direito fundamental, do qual ainda estão privadas cerca de 884 milhões de pessoas. </SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">As Galápagos também são notícia no <EM>Público,</EM> agora que estão fora da lista dos locais em perigo da UNESCO. A lista actual integra 809 locais em 140 países.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">O <EM>Jornal de Negócios </EM>adianta que a EDP pagou 400 milhões de euros ao Estado pelo défice tarifário, agravando a dívida do grupo. O <EM>Diário Económico </EM>também noticia a apresentação dos resultados da energética, sublinhando que o Brasil ultrapassou Espanha nas contas semestrais da empresa.</SPAN></P>]]></description><dc:subject>Revista de Imprensa</dc:subject><dc:creator>Diana Catarino</dc:creator><dc:date>2010-07-30</dc:date></item><item><title>Consumos do Palácio de Belém vistos à lupa</title><link>http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=9483</link><description><![CDATA[<SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Porque os bons exemplos devem vir de cima, o Palácio de Belém quis estar na linha da frente no que toca à eficiência energética. Para isso, promoveu uma auditoria em 2008, para identificar os principais vectores de acção, uma coordenação do Laboratório Nacional de Engenharia Geológica (LNEG), com a ajuda de uma parceria conjunta com a EDP e a Galp.</SPAN> 
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">O arquitecto Pedro Vaz acompanhou os trabalhos a partir da secretaria-geral da Presidência da República, num trabalho que estudou desde o comportamento térmico à produção de calor nas caldeiras ou a eficiência das lâmpadas. «O Palácio de Belém tem muitas décadas e sucessivas intervenções, são 20 000 metros quadrados de área de construção. A auditoria não encontrou casos de particular revelância», adianta.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Ainda assim, foram levadas a cabo várias tarefas: a substituição de 3 000 Lâmpadas incandescentes, a substituição da iluminação de 40 candeeiros, foram introduzidas réguas de iluminação de tipo 5 e 20 KW de pico de painéis fotovoltaicos, cuja energia é injectada na rede do próprio palácio.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Também as caldeiras existentes foram transformadas e caldeiras a gás natural, foram instalados dez painéis de solar térmico e foram isoladas as tubagens do ar-condicionado, numa tentativa de melhorar o desempenho energético da residência oficial do Presidente da República.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">«Realizámos outra auditoria energética e constatámos que não se conseguiu a redução que a primeira auditoria previa, ficamos aquém», lamenta Pedro Vaz, acrescentando que a esta altura se está a preparar um trabalho de análise, no sentido de apurar se mudou entretanto o perfil de consumo e de que forma o objectivo pode ser alcançado.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">«Vai depender da dimensão do empenho e do investimento, mas não tenho dúvidas de que os mais pequenos gestos são sempre louváveis. Estamos consumidores mais racionais, a consumir melhor e menos da rede», remata.</SPAN></P>]]></description><dc:subject>Consumos do Palácio de Belém vistos à lupa</dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-07-30</dc:date></item><item><title>Governo transpõe directiva de gestão de riscos de inundações</title><link>http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=9490</link><description><![CDATA[<SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">O Governo estabeleceu um quadro para a avaliação e gestão dos riscos de inundações, transpondo a directiva comunitária 2007/60/CE, de 23 de Outubro. O decreto-lei pretende reduzir as consequências associadas às inundações, incluindo perdas humanas ou prejuízos para o ambiente, o património cultural, as infra-estruturas e as actividades económicas. </SPAN>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">«Este regime estabelece a obrigatoriedade de elaboração, por parte das Administrações das Regiões Hidrográficas, de cartas de zonas inundáveis para áreas de risco e de cartas de riscos de inundações, até 22 de Dezembro de 2013, devendo, igualmente, ser elaborados, para cada região hidrográfica ou unidade de gestão, planos de gestão dos riscos de inundações, para determinadas zonas, até 22 de Dezembro de 2015», adianta o comunicado do Conselho de Ministros.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">O decreto-lei cria a Comissão Nacional da Gestão dos Riscos de Inundações, que irá apoiar as Administrações de Região Hidrográfica na realização da avaliação preliminar dos riscos de inundações, e na elaboração das cartas de zonas inundáveis para áreas de risco, das cartas de risco de inundações e dos planos de gestão de riscos de inundações.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Na calha está também a criação de um Sistema de Vigilância e Alerta de Recursos Hídricos (SVARH) para a salvaguarda de pessoas e bens, coordenado pela Autoridade Nacional da Água, em articulação com as Administrações das Regiões Hidrográficas e com a Autoridade Nacional de Protecção Civil. </SPAN></P>
<P style="LINE-HEIGHT: 100%; MARGIN-BOTTOM: 0cm" align=justify><BR></P>]]></description><dc:subject>Governo transpõe directiva de gestão de riscos de inundações</dc:subject><dc:creator>Diana Catarino</dc:creator><dc:date>2010-07-29</dc:date></item><item><title>LIPOR aumenta lucros em 180 por cento</title><link>http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=9489</link><description><![CDATA[<SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">A LIPOR – Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto divulgou em simultâneo e apenas em suporte informático o relatório e contas e o relatório de sustentabilidade referentes ao ano de 2009.</SPAN> 
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">O relatório e contas, agora divulgado, aponta para resultados líquidos de mais de 1 236 milhões de euros, mais 180 por cento que em 2008, com o volume de negócios a ultrapassar os 36.200 milhões de euros, um aumento de cerca de quatro por cento.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">No total, a LIPOR recolheu quase 340 000 toneladas de resíduos sólidos urbanos (RSU) em 2009, das quais 400 000 toneladas foram encaminhadas para valorização energética, 60 mil para reciclagem multimaterial, 42 000 para valorização orgânica e as restantes 40 000 toneladas foram destinadas a confinamento técnico.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">O Relatório de Sustentabilidade foi alvo de verificação por uma entidade externa (Deloitte), tendo sido novamente classificado com A+, a mesma classificação atribuída pela Global Reporting Iniciative.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt">Este ano, tal como já foi feito com os Relatórios de 2008, também não foram editadas as versões em papel, tendo sido apenas produzido um pequeno encarte que será distribuído aos principais parceiros da LIPOR.</SPAN><BR></P>]]></description><dc:subject>LIPOR aumenta lucros em 180 por cento</dc:subject><dc:creator>Névia Vitorino</dc:creator><dc:date>2010-07-29</dc:date></item><item><title>Prospectiva assina contrato em Marrocos</title><link>http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=9488</link><description><![CDATA[<SPAN style="COLOR: #000000; FONT-SIZE: 10pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, sans-serif; FONT-SIZE: 10pt; FONT-WEIGHT: normal">A Prospectiva SA, em associação com gabinete de consultoria de engenharia marroquino Wedis Consulting SA assinaram contrato com a “Autorité Délégante du Contrat de Gestion Déléguée des Services d’Assainissement Liquide et de la Distribution de l’Eau Potable, de l’Électricité et de l’Éclairage Public de Casablanca” para prestarem assistência técnica no controle e verificação dos projectos e obras de saneamento desenvolvidos pela LYDEC (“le Délégataire – </SPAN></SPAN><SPAN style="COLOR: #000000; FONT-SIZE: 10pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, sans-serif; FONT-SIZE: 10pt" lang=fr-FR><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-WEIGHT: normal">Lyonnaise dés Eaux Casablanca</SPAN></SPAN></SPAN><SPAN style="COLOR: #000000; FONT-SIZE: 10pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, sans-serif; FONT-SIZE: 10pt; FONT-WEIGHT: normal">”). </SPAN></SPAN>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="COLOR: #000000; FONT-SIZE: 10pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, sans-serif; FONT-SIZE: 10pt; FONT-WEIGHT: normal">A obra que vai agora ser realizada em Marrocos, «é semelhante à que a Sanest – Saneamento Costa Estoril implementou em 1995 para garantir a qualidade da água das praias da região», recorda Pedro d&#39;Aça Castel-Branco, director comercial da Prospectiva</SPAN></SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, sans-serif; COLOR: #000000; FONT-SIZE: 10pt">.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, sans-serif; COLOR: #000000; FONT-SIZE: 10pt">O projecto pretende impedir que os esgotos sejam encaminhados para o mar sem qualquer tipo de tratamento. Assim, as águas residuais passarão a ser interceptadas e encaminhadas para uma estação de pré-tratamento e posteriormente conduzidas, de forma controlada, para o meio marinho através de emissário submarino. </SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, sans-serif; COLOR: #000000; FONT-SIZE: 10pt">A obra prevê a construção de 12 quilómetros de interceptor de diâmetro 2.0m, executado em túnel, várias estações elevatórias de águas residuais, uma estação de pré-tratamento e um emissário submarino com 3 quilómetros de comprimento. As simulações já efectuadas asseguram que a qualidade da água na faixa costeira de 200 a 250 metros cumprirá as normas europeias. </SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; FONT-WEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, sans-serif; COLOR: #000000; FONT-SIZE: 10pt">Um projecto que deixa os responsáveis da Prospectiva extremamente satisfeitos, pois, segundo o director comercial da empresa, «este é um projecto bandeira, devido à sua enorme dimensão e à importância que tem para a população e para o governo de Casablanca».</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; FONT-WEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, sans-serif; COLOR: #000000; FONT-SIZE: 10pt">Para além disso, Marrocos é «um mercado estruturado, de proximidade e com muito trabalho na nossa área para desenvolver», considera o mesmo responsável. Por isso, este é um dos mercados alvo da empresa, a par da Argélia, Cabo Verde e Angola. «Para uma sobrevivência a longo prazo, a Prospectiva tem que estar com força e solidez no mercado internacional. Dentro de três anos, temos que ter 50 por cento da nossa facturação no mercado internacional», afirma Pedro d&#39;Aça Castel-Branco.</SPAN></P>
<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm; FONT-WEIGHT: normal"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, sans-serif; COLOR: #000000; FONT-SIZE: 10pt">As obras deste projecto de saneamento começam em 2011 e devem terminar em 2013.</SPAN></P>]]></description><dc:subject>Prospectiva assina contrato em Marrocos</dc:subject><dc:creator>Névia Vitorino</dc:creator><dc:date>2010-07-29</dc:date></item><item><title>Michael Page cria Green Business</title><link>http://ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=9487</link><description><![CDATA[<P><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, sans-serif; FONT-SIZE: 10pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt" lang=pt-PT>Michael Page International em Portugal criou a Green Business, uma nova área de negócio nas áreas do meio ambiente, energias renováveis e responsabilidade social corporativa, uma subdivisão criada para responder às necessidades de recrutamento de empresas cuja actividade principal está associada ao desenvolvimento sustentável, à inovação e ao meio ambiente.</SPAN></SPAN></P>
<P><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, sans-serif; FONT-SIZE: 10pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt" lang=pt-PT></SPAN></SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial, sans-serif; FONT-SIZE: 10pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt" lang=pt-PT>«Esta aposta estratégica do Grupo Michael Page surge no seguimento da mudança cultural das organizações face a estes temas e do crescimento de negócio nos últimos anos no sector das Energias Renováveis. Desta forma, com a unificação e enfoque na pesquisa de profissionais especializados na área, a Michael Page consegue oferecer uma solução de negócio integrada ao mercado, inclusivamente na definição do tipo de competências em função da necessidade dos diferentes negócios», revela a empresa em comunicado.</SPAN></SPAN></P>]]></description><dc:subject>Michael Page cria Green Business</dc:subject><dc:creator>DC</dc:creator><dc:date>2010-07-29</dc:date></item></channel></rss>