MÁRIO PAULO ANTECIPA OS GRANDES DEBATES DO 11.º FÓRUM ENERGIA

aceleração da transição energética traz desafios acrescidos de compatibilização entre o necessário caminho do país rumo à neutralidade carbónica e a importância de manter custos energéticos suportáveis para os consumidores, que não ponham em causa o rumo traçado. 

Para Mário Paulo, Editor Especialista de Energia do jornal Água&Ambiente, o atual panorama internacional revela já vários sinais que obrigam a esta reflexão, e “é muito importante discutirmos o que se passa em Portugal”. É isso que se pretende fazer no próximo 11.º Fórum Energia, agendado para os próximos dias 21 e 22 de novembro, onde estarão em análise as opções de política energética da versão revista do PNEC 2030. “Temos um PNEC com metas muito ambiciosas, precisamente nas duas tecnologias que são mais caras, que é o eólico offshore e o hidrogénio. Será isto exequível?”, questiona Mário Paulo. 

Outro tema em foco no 11.º Fórum Energia é o das comunidades de energia que, segundo Mário Paulo, “terão um papel muito importante nesta transição” e cujo processo de licenciamento terá de ser desburocratizado. Já quanto aos grandes projetos centralizados, o Editor Especialista de Energia do jornal Água&Ambiente coloca a tónica na compatibilização destes com exigências de sustentabilidade e das populações. 

Além disso, acrescenta, “temos de analisar como se conseguem construir novas redes para satisfazer a duplicação do consumo, projetado no PNEC”. Na manhã do primeiro dia do evento de referência do setor da energia, o reforço das infraestruturas existentes de transporte e distribuição será tema de dois painéis dedicados quer ao setor elétrico, quer ao do gás. “Estes e outros temas serão debatidos com toda a transparência e independência, a que estes encontros da revista Água&Ambiente já nos habituaram”, antecipa Mário Paulo.

 

Garanta já o seu lugar!

INSCREVA-SE JÁ!

 

Este site utiliza cookies da Google para disponibilizar os respetivos serviços e para analisar o tráfego. O seu endereço IP e agente do utilizador são partilhados com a Google, bem como o desempenho e a métrica de segurança, para assegurar a qualidade do serviço, gerar as estatísticas de utilização e detetar e resolver abusos de endereço.