Como mobilizar o cidadão para obter biorresíduos com defeito zero? Investigadora Catarina Rebelo esclarece
Conseguir ter biorresíduos limpos é um importante objetivo a atingir. E isso depende, também, da população.
Então, como mobilizar o cidadão para fazer uma deposição com defeito zero? Catarina Rebelo, Investigadora da Associação para a Inovação e Desenvolvimento da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, trabalha desde 2005 na mobilização do cidadão para a separação e reciclagem, nomeadamente de biorresíduos, e vai estar no próximo dia 27 de junho na Conferência Biorresíduos para ajudar a dar uma resposta a esta questão.
Este “é um trabalho muito desafiante” e que “não termina nunca”, “isto porque a realidade social é muito mais dinâmica e viva do que o planeado no papel”, adverte.
Catarina Rebelo participa no Painel I – ‘Resíduo Limpo’, no ponto ‘Informação e Participação da População’, a par com Lia Vasconcelos, Professora da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa / Investigadora do MARE (Centro de Ciências do Mar e do Ambiente) / ARNET Laboratório Associado, e José Manuel Palma, Professor de Psicologia Ambiental na Universidade de Lisboa.
A Conferência Biorresíduos tem lugar no Europarque, em Santa Maria da Feira, e é organizada pelo Jornal Água&Ambiente.