16.ª Expo Conferência da Água analisa o que tem corrido mal nas agregações

12.10.2021



A 16.ª Expo Conferência da Água oferece o palco para debater e analisar o que tem corrido mal nas agregações. Este debate, que se realiza no próximo dia 15 de novembro, abre o segundo dia de trabalhos da iniciativa.

 

Há cinco novas entidades gestoras agregadas, na área da água, que estão a operar desde 2020, mas o caminho até aqui não tem sido isento de obstáculos. Importa, por isso, analisar as dificuldades encontradas no terreno e refletir sobre o que pode ser feito para facilitar a vida a estas novas entidades, que servem um total de 35 municípios.

 

Diogo Faria de Oliveira, fundador e administrador executivo da Defining Future Options, fará uma intervenção de enquadramento, que versa justamente sobre as dificuldades encontradas pelas entidades gestoras neste processo. As agregações “são uma história muito mal contada politicamente e publicamente”, afirma o consultor, sublinhando, desde logo, a questão da evolução das tarifas cobradas aos cidadãos, um dos temas que estará em foco no painel.

 

E se num processo de mudança, há sempre imponderáveis, Diogo Faria de Oliveira frisa ainda que “desta vez [estes] foram grandes de mais”, recordando o impacto da pandemia na gestão das novas entidades agregadas, que entraram em operação em janeiro de 2020.


No debate que se segue, moderado por António Carmona Rodrigues, professor da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, participam diferentes municípios, envolvidos em processos de agregação.


Em discussão estarão, além da questão tarifária, aspetos transversais aos processos de agregação como o IVA do saneamento, a migração de dados ou a profissionalização da atividade.


A 16.ª edição da Expo Conferência da Água decorre a 12 e 15 de novembro, no hotel Sana Malhoa, em Lisboa.

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