Governo quer rever CIEG para eletricidade ser mais barata

Audição da Ministra do Ambiente

Governo quer rever CIEG para eletricidade ser mais barata

O Governo está a trabalhar no sentido de diminuir os Custos de Interesse Económico Geral (CIEG) que são repercutidos no preço final a pagar pelos consumidores, na fatura de eletricidade, fez saber esta quarta-feira a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho.

Estes custos são da competência do Governo e, nesse sentido, a tutela está a trabalhar para diminuir essa "parcela [CIEG], para que se aproxime, cada vez mais, aquilo que se paga ao fim do mês do custo real da produção da eletricidade, que tem diminuído, porque as energias renováveis são felizmente mais baratas do que outros tipos de energia", justificou a líder da pasta do Ambiente.

Relativamente a este tema, Maria da Graça Carvalho justificou depois: "Isto tem a ver com as rendas excessivas, mas estas estão a diminuir e daqui a uns anos não teremos rendas excessivas no sistema elétrico. E, portanto, esta é uma oportunidade de o preço que pagamos ser o preço real da produção da eletricidade. Temos depois que ver como vamos aplicar todos estes novos mecanismos que advêm da nova regulamentação do mercado elétrico com os contratos por diferenças", alertou. "Estes têm de ser muito bem desenhados para que não se tornem, no futuro, outros contratos que possam conduzir a rendas excessivas". 

No fundo, isto significa que o Governo quer avaliar novos instrumentos de mercado para que eles nao se traduzam em sobrecustos

Posteriormente, a ministra do Ambiente e Energia regozijou-se com o facto de já não existirem feed-in tariffs partir de 2028/2029.

No dia em que se assinalam os 100 dias do novo Governo, Maria da Graça Carvalho foi ouvida esta quarta-feira em audição regimental em Comissão de Ambiente e Energia, na Assembleia da República. 

 

 

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