Resíduos do Nordeste inaugura três Unidades de Produção para Autoconsumo nas suas instalações
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Resíduos do Nordeste inaugura três Unidades de Produção para Autoconsumo nas suas instalações

A Resíduos do Nordeste vai inaugurar, no dia 19 de julho, três Unidades de Produção para Autoconsumo (UPAC) nas instalações do Centro de Triagem (CT), da Estação de Tratamento de Águas Lixiviantes (ETAL) e da Unidade de Tratamento Mecânico e Biológico (UTMB).

De referir que as oportunidades que podem ser exploradas no autoconsumo, numa altura em que a contenção dos custos de energia é uma preocupação premente e a descarbonização um desígnio nacional e europeu, é um dos temas em destaque, e que será abordado transversalmente nas conferências do Jornal Água&Ambiente  - 10.º Fórum Energia16.º Fórum Resíduos e 17.ª Expo Conferência da Água –, que decorrem entre 15 a 22 de novembro.

Com um investimento global superior a quinhentos mil euros), o projeto evitará a emissão de 245,20 ton de CO2, o equivalente a plantar 1.420 árvores.

“Em termos económicos, estes investimentos são rentabilizados a 25 anos. Estima-se uma receita de aproximadamente 67.227,52€ anuais o que equivalente a 5.602,29€ mensais. Considerando que uma família gasta em média 40,00€ mensais podemos afirmar que vamos produzir o equivalente a um consumo de 140 famílias”, informou a Resíduos do Nordeste em comunicado.

 Adaptação da unidade de tratamento mecânico e biológico

A Resíduos do Nordeste está ainda a implementar um projeto de Adaptação da Unidade de Tratamento Mecânico e Biológico, de modo a garantir que os biorresíduos provenientes da recolha seletiva serão valorizados separadamente do fluxo indiferenciado, “evitando assim a sua contaminação e garantindo uma melhoria na qualidade do composto produzido bem como um aumento do biogás produzido em resultado da digestão anaeróbia. O digerido será encaminhado para uma nova zona de maturação de materiais provenientes de recolha seletiva”.

Para o efeito vai ser necessário aumentar a área desta zona de valorização e construir um triturador de biorresíduos verdes, de forma a garantir a eficácia de valorização destes resíduos.

Em termos económicos e ambientais, revelou a Resíduos do Nordeste, o composto produzido com os biorresíduos provenientes de recolha seletiva será de melhor qualidade e passível de ser colocado no mercado de comercialização de fertilizantes orgânicos.

Este é um projeto financiado pelo POSEUR que apresenta um investimento de cerca de 778 mil eiros e um prazo de execução de 365 dias.

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